Política de privacidade
Versão 2.2, de 23 de outubro de 2026.
Esta política diz o que o Plexus guarda sobre você, de onde vem, para que serve, com quem passa, onde fica, por quanto tempo, e como você apaga tudo. Ela vale para o site plexusbrain.com e para o Plexus em app.plexusbrain.com. Ela substitui a versão 2.1, de 22 de outubro de 2026.
Em poucas palavras
- O Plexus tira da empresa o trabalho que não gera valor. Ele lê o que chega, organiza decisões, tarefas e contexto, e prepara o que precisa ser feito. Hoje, o que ele lê é e-mail, do Google e do Outlook.
- Ele lê só as caixas que você conecta, e só o que chega ou sai a partir do dia da conexão. O que já estava na caixa fica de fora, menos, no Outlook, uma amostra do que você mesmo escreveu, para ele aprender o seu jeito de escrever (a seção 3.5).
- Nenhum e-mail sai da sua caixa sem um toque seu. O Plexus prepara a resposta, e você decide se ela vai.
- Cada pessoa tem um espaço próprio no Plexus, cifrado, com chave própria.
- Nenhuma pessoa lê o seu conteúdo, a não ser por pedido seu, por segurança ou por ordem da lei. A exceção são as duas respostas do cadastro sobre o seu dia, que vão ao operador (a seção 3.3).
- Para entender as mensagens, o Plexus usa o Claude, uma inteligência artificial criada pela Anthropic. O pedido vai ao OpenRouter, nos Estados Unidos, que o entrega à própria Anthropic, também dos Estados Unidos, para rodar o Claude. A Anthropic apaga o pedido e a resposta em até 30 dias, e guarda por mais tempo só o que o filtro de segurança dela marcar ou o que a lei mandar (a seção 5). Quando a Anthropic não atende, o pedido vai ao Google, também dos Estados Unidos, que roda o Claude e se compromete a não guardar nada depois da resposta. Não dá para saber de antemão qual dos dois atende cada pedido. O Plexus não treina modelo com os seus dados, e nem o OpenRouter, nem a Anthropic, nem o Google treinam com eles.
- Não vendemos os seus dados, não usamos para anúncio e não montamos perfil de ninguém para terceiros.
- Você pode encerrar a sua conta quando quiser. Tudo é apagado em até 7 dias, menos alguns registros que só têm códigos e números (a seção 9).
1. Quem cuida dos seus dados, e como falar conosco
O Plexus é operado no Brasil por Matheus Curi de Oliveira, em Belo Horizonte, que decide como os seus dados são tratados. Pela Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei 13.709/2018), ele é o controlador dos seus dados. Nesta política, «nós» quer dizer ele. O Plexus ainda não é uma empresa aberta.
Para qualquer pergunta ou pedido sobre os seus dados, escreva para matheus@plexusbrain.com. O mesmo endereço é o canal do encarregado pelo tratamento de dados, que é o próprio operador.
2. A quem esta política se aplica
- A quem usa o Plexus. Hoje o Plexus está numa versão de teste, aberta só por convite.
- A quem pede para entrar, pelo site ou por quem convidou.
- A quem visita o site.
- Às pessoas que escrevem para quem usa o Plexus, às que recebem e-mail de quem usa e às que aparecem nas mensagens. A seção 14 é sobre elas.
- À empresa e ao administrador que liberam o Plexus na conta da Microsoft da empresa.
3. O que o Plexus guarda, e de onde vem
3.1 Quando você pede para entrar
O pedido traz só o seu e-mail. Junto com ele, guardamos a hora do pedido e de onde ele veio (o site, ou um pedido feito por quem convidou você). A resposta da página é a mesma para um e-mail novo, repetido ou que já tem conta, para que ninguém descubra pelo pedido quem já usa o Plexus.
O endereço de internet de onde o pedido saiu serve para barrar abusos e pode ficar no registro de segurança por até 30 dias.
Quando o seu pedido é aprovado, você recebe um e-mail do Plexus com um link de entrada. O link vale sete dias e uma entrada só. Não repasse esse link. Se o pedido não for aprovado, você não recebe e-mail.
3.2 Quando você entra
Você entra com a sua conta do Google ou da Microsoft. Nesse momento, o Plexus recebe só o que identifica você no provedor. São o seu nome, o seu e-mail e um número fixo que o provedor dá à sua conta. Pelo Google, recebemos também a sua foto, se o seu e-mail é verificado e o domínio de trabalho, se houver. Pela Microsoft, recebemos também o número da sua organização e se a conta é pessoal ou de trabalho. Nada da sua caixa de e-mail entra nessa hora.
O e-mail da conta com que você entrou pode ser diferente do e-mail do pedido. Guardamos os dois, com o nome da conta e, na Microsoft, se ela é pessoal ou de trabalho, e o operador os vê no painel dele, para perceber um convite usado por outra pessoa.
O Plexus não guarda senha nenhuma. Quem confere a sua senha é o Google ou a Microsoft.
3.3 No cadastro
- O seu nome, como você quer ser chamado.
- O seu cargo e, se você quiser, o site da empresa.
- O seu aceite dos termos da versão de teste, com a hora e a versão do texto que você viu. Sem ele, nenhuma caixa se conecta.
- Depois que você conecta o e-mail, duas perguntas. Quais tarefas e atividades do seu dia não geram valor, e quais ferramentas você usa no dia a dia.
O cargo e as duas perguntas são obrigatórios. Enquanto faltar um deles, o Plexus abre o cadastro no lugar das outras telas. Só o site pode ficar em branco.
O nome, o cargo, o site e as duas respostas ficam no seu espaço, para o Plexus ler e escrever do seu jeito, e vão ao Claude quando o Plexus lê uma mensagem ou prepara uma resposta (a seção 5). O que você responde antes de o seu espaço ficar pronto espera numa pasta do operador na máquina, e sai dela quando o espaço o recebe, ou em 7 dias, se o espaço não chegar a nascer. As duas respostas sobre o seu dia vão também ao operador, fora do seu espaço, para melhorar o Plexus. Ele as vê no painel dele, e elas são apagadas quando você encerra a conta.
3.4 Quando você conecta o seu e-mail do Google
Na tela do Google, o Plexus pede duas permissões.
- Ler as suas mensagens, para entender o que chegou e o que você precisa decidir.
- Enviar e-mail em seu nome, que o Plexus usa só para mandar a resposta que você aprovou, dentro da mesma conversa.
O Plexus não pede permissão para apagar, mover, arquivar ou marcar mensagens, e não faz nada disso. Também não pede os seus contatos, a sua agenda ou os seus arquivos.
O que ele lê. Toda mensagem que chega ou que você envia a partir do dia em que conecta, inclusive as que vão para a lixeira. Ficam de fora o spam, os rascunhos e o bate-papo. As mensagens de antes da conexão não são guardadas. Quando chega uma mensagem nova numa conversa antiga, a parte antiga da conversa é lida na hora e vai ao modelo junto com a mensagem nova (seção 5), para preparar a resposta. O Plexus não a guarda.
O que ele guarda de cada mensagem.
- De toda mensagem lida, quem escreveu e para quem (os endereços e os nomes), o assunto, a data pelo relógio do Google, a conversa a que ela pertence, o resultado da verificação do remetente, as marcas que o Google põe (como «promoções»), o número que o Google dá à mensagem, os outros dados técnicos do cabeçalho dela, o nome e o tamanho de cada anexo, e os documentos anexados inteiros (PDF, planilha, apresentação, texto), que ficam guardados desde a chegada, tenha o Plexus tirado algo da mensagem ou não. Dos outros anexos (como as imagens e os arquivos que o programa de e-mail junta sozinho à mensagem), só o nome, o tipo, o tamanho e uma impressão digital do arquivo, que não o devolve.
- Das mensagens de que o Plexus tirou alguma coisa para você (um fato, uma tarefa, uma resposta devida), também o texto inteiro.
O texto das outras mensagens continua só na sua caixa do Google, e o Plexus o busca de novo se precisar. Os documentos anexados delas ficam.
O que ele envia. Só respostas, só dentro de uma conversa que já existe, e só depois do seu toque no cartão (aprovar, ou editar e aprovar). A resposta sai pela sua conta, com a cópia nos enviados. O Plexus nunca começa uma conversa nova e nunca escreve a alguém por conta própria.
O que vai mudar. O Plexus vai passar a ler uma vez, no momento em que você conecta a caixa, parte do que já estava nela, para conhecer desde o primeiro dia com quem você troca e-mail, como você escreve e o que espera resposta sua. Essa leitura vai pegar quatro coisas.
- De cada mensagem dos últimos 12 meses (fora o spam, os rascunhos e o bate-papo), só quem escreveu, para quem, quando, a conversa a que ela pertence e as marcas que o Google põe (como «não lida» ou «com estrela»), sem o assunto e sem o texto.
- Os seus 60 e-mails enviados mais recentes, dos últimos 6 meses no máximo, só com o texto que você escreveu, sem o que vem citado de outras mensagens.
- As conversas dos últimos 7 dias em que alguém espera resposta sua.
- O nome e a assinatura da sua conta, para a resposta que você aprova sair com eles.
A linha de cada mensagem dos 12 meses vai ficar no seu espaço enquanto a conta existir, como todo registro de quem escreveu e quando, e o que o Plexus diz de uma pessoa vai contar só os últimos 12 meses. O texto de cada e-mail enviado vai ser apagado depois de lido. Dele vão ficar só alguns trechos curtos (até cinco por e-mail, de poucas linhas cada), que mostram como você escreve a cada pessoa, e o que o Plexus aprendeu dele, como o seu cargo e a sua empresa quando a assinatura os traz. Dos enviados dos últimos 14 dias vão ficar também o que você prometeu e o que você pediu sem resposta, entre o que está em aberto (a seção 3.6). As conversas que esperam resposta vão ficar como qualquer mensagem que chega (acima). Os e-mails enviados, as conversas que esperam resposta e a assinatura vão ser enviados ao Claude como diz a seção 5, e a linha das mensagens dos 12 meses não vai. Nada da sua caixa vai passar para a caixa de outra pessoa. Quando essa leitura valer para a sua conta, esta política muda antes, e você é avisado. Na caixa do Outlook, a parte dos e-mails enviados já começou, de um jeito mais simples, que a seção 3.5 descreve.
3.5 Quando você conecta o seu e-mail do Outlook
Na tela da Microsoft, o Plexus pede estas permissões, todas só sobre a sua conta.
- Entrar com a conta e saber quem você é, com o nome, o e-mail e a organização.
- Continuar lendo o que chega quando o Plexus não está aberto.
- Ler o perfil básico da conta, para saber o endereço da caixa.
- Ler as mensagens da caixa.
- Enviar e-mail em seu nome, só para mandar a resposta que você aprovou.
O Plexus não pede permissão para apagar, mover, arquivar ou marcar mensagens, e não faz nada disso. Também não pede os seus contatos, a sua agenda, os seus arquivos nem a caixa de outra pessoa da empresa.
O que ele lê. Toda mensagem que chega ou que você envia a partir do dia em que conecta, em todas as pastas da caixa (a Caixa de Entrada, os Itens Enviados, o Arquivo Morto e as pastas que você criou). Ficam de fora o Lixo Eletrônico, os Rascunhos, a Caixa de Saída, os Itens Excluídos, o Histórico de Conversas, os Problemas de Sincronização, as Pastas de Pesquisa e o arquivo morto online da empresa. As pastas de fora são consultadas só para saber se uma mensagem saiu da sua caixa, e as mensagens delas nunca são lidas. As mensagens de antes da conexão não são guardadas, menos a amostra dos seus enviados (abaixo), e a parte antiga de uma conversa é tratada como no Google.
O que ele guarda. O mesmo que no Google (a seção 3.4), com a pasta em que a mensagem está no lugar das marcas do Google.
A amostra do que você escreveu. Quando você conecta a caixa do Outlook, o Plexus olha os e-mails que você enviou nos 6 meses antes da conexão, do mais novo para trás, e guarda até 60 deles, para conhecer desde o primeiro dia o seu jeito de escrever a cada pessoa. De cada um, ele guarda o texto que você escreveu e o que guarda de toda mensagem (o assunto, para quem foi e quem foi em cópia, quando, a conversa e o nome dos anexos, sem o conteúdo deles). O trecho citado de outras mensagens e a formatação são cortados por máquina antes de qualquer coisa ser gravada, pelas marcas que os programas de e-mail põem antes da citação. Uma citação sem essas marcas pode ficar junto do seu texto. Ficam de fora os rascunhos, as respostas automáticas, os convites de reunião e as respostas a eles, os e-mails encaminhados como anexo, as confirmações de leitura, os e-mails que o próprio Plexus enviou, os que saíram da sua caixa em nome de outra pessoa e os que não têm texto seu (como um encaminhamento sem nada escrito). Nessa hora o Plexus não manda nada ao Claude. Depois, quando ele lê uma mensagem de uma pessoa ou prepara uma resposta a ela, leva ao Claude até cinco trechos curtos do que você já escreveu a essa pessoa (a seção 5). O texto da amostra fica só na máquina, fora da cópia de segurança, até você desligar a caixa do Outlook ou encerrar a conta. Apagar um desses e-mails na sua caixa ainda não o tira da amostra antes disso.
O que ele envia. O mesmo que no Google. A resposta sai pela sua conta, com a cópia nos Itens Enviados.
Quando você apaga uma mensagem de vez. Quando uma mensagem sai da sua caixa (você esvazia os Itens Excluídos, a exclui para sempre, ou a regra de retenção da sua empresa a tira), o Plexus apaga o original que guardava (o documento anexado sai na limpeza da manhã seguinte, se não vier também numa mensagem que continua guardada), e os trechos tirados dela saem das telas e da busca. Mover para os Itens Excluídos não conta, e a amostra dos seus enviados segue a regra dela (acima). As tarefas e as decisões que você tomou a partir dela continuam, e também o que o Plexus aprendeu dela, como nomes, valores e datas. O que já tinha sido registrado no histórico cifrado do seu espaço fica guardado ali até você encerrar a conta, quando tudo é destruído com a chave. Os trechos ficam nele sem uso, e saem de vez na troca para o banco comum (a seção 8), se ela vier antes.
O que vai mudar. O resto da leitura de uma vez do que já estava na caixa, que a seção 3.4 descreve, vai valer também para a caixa do Outlook, com as marcas de lido e de sinalizado no lugar das marcas do Google e sem a assinatura, que a Microsoft não dá ao Plexus (fica só o nome da conta). Com ela, a amostra dos enviados passa a ser lida pelo Claude e o texto dela passa a ser apagado depois de lido, como a seção 3.4 diz. Esta política muda antes de isso valer para a sua conta.
3.6 O que o Plexus cria para você
A partir do que lê, o Plexus monta, no seu espaço:
- os cartões com as decisões que esperam por você e as respostas que ele preparou;
- as tarefas;
- os fatos que ele tirou das mensagens, cada um com o trecho curto que o sustenta;
- uma ficha de cada pessoa com quem você troca e-mail, com os endereços dela e o que você disser sobre ela;
- o que cada pessoa é para você (por exemplo, cliente, fornecedor ou chefe), que o Plexus deduz sozinho (abaixo);
- o que está em aberto (uma resposta que alguém deve a você, um prazo);
- as suas correções e as regras que você ensina, que valem só para o seu espaço;
- o histórico dos seus gestos (o que você aprovou, editou ou recusou);
- o registro do que o Plexus decidiu sozinho, com a origem de cada decisão;
- um índice para buscar tudo isso.
O que cada pessoa é para você. O Plexus deduz isso sozinho, sem chamar o Claude, por sinais do seu espaço (o domínio do e-mail da pessoa comparado com o seu, o que está em aberto entre vocês e, quando ela é da sua empresa, o cargo dela), e só quando dois sinais concordam. A dedução é refeita a cada vez, não fica guardada como um rótulo e não aparece na tela. Hoje a tela não tem onde você diga o que uma pessoa é para você, nem onde corrija a dedução. Ela serve para o Plexus escolher o tom de uma resposta (uma recusa, um adiamento, uma cobrança) e entender de quem é uma tarefa pedida, e vai ao Claude com as mensagens dessa pessoa (a seção 5). Ela pode errar, e por isso você confere cada resposta antes de aprovar.
3.7 Os registros de uso e de segurança
- Cada pedido ao seu espaço fica registrado com o que foi pedido, quando, por quem e o resultado, sem o conteúdo.
- O seu registro de entrada guarda o tipo de navegador e de aparelho, nunca o seu endereço de internet.
- O registro de segurança da porta de entrada guarda, por 30 dias, o endereço de internet de cada entrada tentada (das que deram certo e das recusadas) e de cada saída recusada, de cada volta da tela do Google ou da Microsoft que não deu certo, de cada link de convite aberto, de cada pedido de entrada, de cada pedido ao administrador da empresa e de cada pedido recusado. Ele não guarda conteúdo nenhum.
- O operador recebe, de hora em hora, números sobre o seu uso e o estado do serviço. São quantas mensagens foram lidas, quantos cartões abriram e foram respondidos, quantos gestos você fez na tela, quanto custou o dia e o mês, quanto resta do limite do modelo da sua conta, se houve falha, se cada caixa está lendo, a hora da última leitura e se a leitura está pausada. Nunca um assunto, um nome ou um trecho. Você concorda com isso ao aceitar os termos de uso (a seção 12).
3.8 Os cookies
O Plexus usa só três cookies, todos necessários para você entrar e continuar dentro. O da sua sessão dura até 7 dias e acaba depois de 12 horas sem uso. O da entrada dura 10 minutos. O do convite dura 1 hora. Não usamos cookie de anúncio, de medição de audiência ou de terceiros, nem no site nem no Plexus. O site serve as próprias fontes de letra, sem chamar o Google.
4. Para que usamos, e com que base na lei
- Fazer o Plexus funcionar para você. Ler o que chega, montar os cartões e as tarefas, preparar respostas e enviar o que você aprovou. A base na lei é a execução do contrato com você (art. 7º, V, da LGPD), dentro do que a sua conta autorizou no Google ou na Microsoft. Na caixa de trabalho, a empresa dona da conta decide sobre os dados dela, e o Plexus segue a autorização e os pedidos da empresa.
- Ler as mensagens das pessoas com quem você troca e-mail. Quem escreve para você, quem recebe e-mail seu, quem é copiado e quem é citado nas mensagens não assinou nada com o Plexus. A base para tratar os dados dessas pessoas é o nosso legítimo interesse (art. 7º, IX) em servir a você, que é quem recebeu ou escreveu a mensagem. O operador escreveu e guarda o teste que a autoridade pede para essa base (art. 10 da LGPD), em três partes (a finalidade, a necessidade e o equilíbrio entre o que o Plexus faz e o que essas pessoas esperam de quem troca e-mail com elas). O teste cobre também o que o Plexus deduz de cada pessoa e a amostra dos seus enviados (as seções 3.5 e 3.6). A seção 14 fala com elas.
- O dado sensível que chega num e-mail. Se uma mensagem trouxer um dado sensível de alguém (sobre saúde, religião, vida sexual, opinião política ou outro da lista do art. 11 da LGPD), o Plexus não o procura e não o trata de um jeito diferente do resto da mensagem. Ele o lê só para entender a mensagem e preparar a resposta que você aprova, e o guarda só como guarda o resto da mensagem (as seções 3.4 e 3.5). A lei não deixa o legítimo interesse cobrir esse dado, e esta política não afirma uma base que não tem. Por isso pedimos que, nesta fase, você não conecte uma caixa com dados sensíveis de outras pessoas (a seção 15).
- Deixar você entrar com segurança e manter o seu espaço separado dos outros. Barrar abusos e investigar falhas. A base é a execução do contrato e o nosso legítimo interesse em proteger o serviço (art. 7º, IX).
- Saber se o Plexus funciona para você, pelos números da seção 3.7. A base é o legítimo interesse.
- Melhorar o Plexus a partir das respostas do cadastro sobre as tarefas e as ferramentas, que vão também ao operador (a seção 3.3). Dar esse retorno é parte do que você aceita ao entrar na versão de teste (os termos de uso, seção 5), e por isso as duas respostas são obrigatórias. A base é a execução do contrato com você (art. 7º, V).
- Cumprir a lei e responder a ordem de autoridade. A base é o cumprimento de obrigação legal (art. 7º, II).
Nunca usamos os seus dados para anúncio, para vender, para avaliar crédito, para montar bases de dados para outros fins, nem para treinar modelos de inteligência artificial.
5. A inteligência artificial que lê com o Plexus
Para entender cada mensagem e preparar respostas, o Plexus envia ao Claude, o modelo criado pela Anthropic (empresa dos Estados Unidos), pelo caminho que esta seção descreve:
- a mensagem (quem escreveu, para quem, o assunto, o texto, o trecho citado e os nomes dos anexos);
- a conversa até aquela mensagem;
- sobre quem escreveu a mensagem, o que o seu espaço já sabe dela, o que está em aberto entre vocês, as regras que você ensinou que valem para ela, com até dois trechos do que você escreveu ao ensiná-las, o que essa pessoa é para você, quando o Plexus deduziu, ou os sinais que ele achou, quando não bastaram (a seção 3.6), e até cinco trechos curtos do que você já escreveu a ela;
- o que você fez com as respostas anteriores a essa pessoa (o texto que você editou, o que recusou ou pediu no lugar, o motivo que escreveu e o que confirmou);
- quando o Plexus prepara uma resposta, também o que o seu espaço já sabe sobre todas as pessoas que escreveram na conversa, o que está em aberto com elas e o nome e a data dos anexos que elas já mandaram a você, e, quando o Plexus pergunta algo antes de escrever, o que você respondeu;
- o que você respondeu no cadastro (o seu nome, o cargo, o site e as duas respostas, a seção 3.3).
O conteúdo dos anexos não vai. A chamada é feita sem nenhuma ferramenta. O Claude só devolve um texto. Ele não consegue agir, abrir arquivos nem acessar a sua caixa.
O caminho da chamada. O seu espaço chama o Claude por meio do OpenRouter, uma empresa dos Estados Unidos que recebe o pedido, o entrega a quem roda o modelo e devolve a resposta. Em cada pedido, o Plexus manda o OpenRouter tentar primeiro a própria Anthropic e, se ela não atender, o Google, e a nenhum outro serviço que rode o Claude. Na Anthropic, o OpenRouter entrega o pedido pelas chaves que o operador tem lá, e esse uso é pago pelos créditos da Anthropic que vêm todo mês com os planos do operador. Pelo jeito como essas chaves estão marcadas no OpenRouter, ele nunca usa a conta dele mesmo na Anthropic para esses pedidos. Quando as chaves não atendem, porque os créditos do mês acabaram ou porque a Anthropic não respondeu, o OpenRouter entrega o pedido ao Google, uma empresa dos Estados Unidos, que roda o Claude nos computadores da nuvem dele (o serviço que o OpenRouter chama de Google Vertex), e o Plexus paga esse uso pelo saldo que tem no OpenRouter. Não dá para saber de antemão qual dos dois atende cada pedido. A Anthropic e o Google podem rodar o pedido em qualquer região em que o modelo está disponível, e não garantem o lugar. O que a Anthropic guarda fica nos Estados Unidos. O OpenRouter diz em cada resposta quem a atendeu, e o Plexus anota. Se outro serviço vier a atender, esta política muda. Antes de entregar o pedido à Anthropic, o OpenRouter o passa por um filtro de conteúdo que a Anthropic pede. Se o filtro barrar uma mensagem, o Plexus não a lê, e ela aparece na sua tela como mensagem sem leitura.
O modelo é o Claude Opus 5.5. Cada espaço tem uma chave própria no OpenRouter, com um limite de gasto por mês, e por ela o operador vê só números (quanto foi gasto, quanto resta), nunca o conteúdo. Junto com o conteúdo, o pedido leva um código do seu espaço, que não é o seu nome nem o seu e-mail, para o OpenRouter separar os pedidos de cada espaço.
O que cada um guarda. Pelas regras do OpenRouter, ele não guarda o texto dos pedidos nem das respostas, só números de cada pedido (o tamanho, o tempo), e não treina modelo com o conteúdo. A conta do Plexus no OpenRouter fica com o registro de pedidos e respostas desligado. Uma amostra pequena dos pedidos passa por uma classificação anônima, feita por outro modelo que também não guarda nada, para as estatísticas do OpenRouter, e o resultado não se liga à conta do Plexus. Pelos termos comerciais da Anthropic, que valem para as chaves do operador, ela não treina modelo com o pedido nem com a resposta. Ela trata o que recebe em nome do Plexus, só para prestar o serviço, por um acordo de tratamento de dados que faz parte desses termos e que aponta uma lista pública das empresas que ela contrata para isso. Pelas regras dela, ela apaga o pedido e a resposta em até 30 dias depois de recebê-los ou de gerá-los, e guarda por mais tempo em dois casos. O que o filtro de segurança automático dela marcar como contrário às regras de uso dela pode ficar até 2 anos, e as notas que esse filtro dá aos pedidos podem ficar até 7 anos. E ela guarda o que a lei mandar guardar. Uma parte do pedido fica também na memória da Anthropic por 5 minutos depois do último uso, para acelerar pedidos seguidos, sem se misturar com a de outras organizações. Pelas regras do Google, ele não usa o pedido nem a resposta para treinar e não os passa a terceiros. O registro de pedidos e respostas na nuvem dele vem desligado e só liga por escolha de quem tem a conta, que é o OpenRouter; para o Claude Opus 5.5 em uso comum, não há registro por segurança. O OpenRouter põe esse serviço na lista da retenção zero pelo que o Google declara, e diz que não garante por ele. No Google, uma cópia de curta duração do pedido pode ficar na memória do serviço para acelerar pedidos seguidos, e o OpenRouter não conta isso como guarda.
A Anthropic. A Anthropic criou o Claude e é a dona dele, e é ela quem recebe o pedido e a resposta quando atende. Quando o pedido vai ao Google, ela não os recebe, porque nesse caso quem trata o pedido é o Google. Alguns modelos que ela lista exigem uma guarda de 30 dias, que, no Google, fica na nuvem dele pelo que a Anthropic diz; o Claude Opus 5.5 não está nessa lista hoje. Ela tem um acordo pelo qual não guarda o pedido nem a resposta depois de responder (a retenção zero), dado organização por organização a quem o pede à equipe de vendas dela, e mesmo com ele guarda o que o filtro de segurança marcar ou a lei mandar. As organizações do operador na Anthropic não têm esse acordo hoje, e as chaves dele estão marcadas assim no OpenRouter. Se ele vier, esta política muda. Se o Plexus trocar o modelo, confere antes as regras da Anthropic para o modelo novo, e esta política muda se a resposta mudar.
O treino. O Plexus não treina modelo. O que ele aprende com as suas correções são regras guardadas no seu espaço, que servem só a você.
O espaço do próprio operador chama o Claude por outro caminho, pela assinatura pessoal dele, com a opção de ajudar a melhorar o Claude desligada. O que a Anthropic recebe por ele segue as regras dela para assinaturas pessoais com essa opção desligada e fica lá, em regra, por até 30 dias. Nada do seu espaço passa por esse caminho. O que você escrever ao operador na caixa dele entra no espaço dele, como a seção 14 diz de quem escreve a você.
No espaço do operador, o programa que chama o Claude manda também números de uso, sem o conteúdo das mensagens, à Anthropic e a serviços contratados por ela, e o envio de relatórios de erro a terceiros está desligado. No seu espaço, nada além do pedido descrito acima sai para o OpenRouter.
6. Com quem os seus dados passam, e por quê
- O Google e a Microsoft, porque é onde moram as suas caixas. O Plexus lê e envia dentro da sua própria conta.
- O OpenRouter, nos Estados Unidos, que recebe a chamada do seu espaço e a entrega à Anthropic ou, quando ela não atende, ao Google, como diz a seção 5.
- O Google, empresa dos Estados Unidos, que roda o Claude na nuvem dele quando a Anthropic não atende e o OpenRouter lhe entrega o pedido, como diz a seção 5.
- A Anthropic, nos Estados Unidos, dona do Claude, que roda o Claude quando o OpenRouter lhe entrega o pedido do seu espaço e guarda o pedido e a resposta por até 30 dias, como diz a seção 5. Ela recebe também o que vai pelo caminho do espaço do próprio operador (a seção 5).
- A Oracle, dona da máquina onde o Plexus roda, em São Paulo. Ela guarda os discos. O seu espaço fica cifrado neles com uma chave que a Oracle não tem (seção 8); o disco do sistema, que não tem dado seu, não tem a cifra do operador. Num depósito à parte, a Oracle guarda também uma cópia travada, sem a cifra do operador, do registro do que o operador faz no painel dele (o que ele fez sobre o seu pedido, o seu convite ou o seu espaço: aprovar, recusar ou adiar o pedido, reenviar ou anular o convite, retomar ou desfazer o nascimento do espaço, encerrar a conta e confirmar o apagar, com a hora, o código do seu pedido de entrada, do seu convite ou do seu espaço, o motivo que ele escreveu ao encerrar a sua conta e o resultado, nunca o seu e-mail nem o seu nome). Essa cópia não se apaga.
- O GitHub, nos Estados Unidos, que guarda uma cópia de segurança diária do seu espaço, cifrada com uma chave que o GitHub não tem. O que vem das caixas (o que a leitura tirou de cada mensagem, com remetente, destinatário e trechos, e as respostas preparadas) vai cifrado. Os textos inteiros das mensagens, os anexos e o índice não vão. O GitHub vê só os nomes dos arquivos, as datas, os tamanhos e, na mensagem de cada cópia, quantas linhas entraram em cada área. O GitHub também hospeda o site plexusbrain.com. Por isso, quando alguém abre o site, o GitHub recebe o endereço de internet dessa pessoa, como em qualquer site.
- Um computador do próprio operador, que guarda o servidor de chaves que ajuda a abrir os espaços cifrados, uma cópia, cifrada para a chave dele, das chaves de reserva de cada espaço e do e-mail do seu pedido de entrada, o registro dos pedidos e o registro do que ele faz no painel, que só têm códigos no lugar dos e-mails.
- Autoridades, só quando a lei obrigar. Avisamos você quando a lei permitir.
Cada um desses serviços trata os dados também pelas próprias regras. Quem responde pelo que o Plexus faz com os seus dados é o operador.
O que sai do Brasil, e com que proteção. Pela lei brasileira, você tem o direito de saber, às claras, o que vai para fora do país, para quem, para quê, por quanto tempo e com que proteção. Aqui está.
- O que vai, para quem e para quê. Ao OpenRouter e, por ele, à Anthropic ou ao Google, nos Estados Unidos, vão a mensagem e o contexto da seção 5, só para o Claude ler e preparar a resposta. A Anthropic e o Google podem rodar o pedido em qualquer região em que o modelo está disponível, sem garantir o lugar, e o que a Anthropic guarda fica nos Estados Unidos. Ao GitHub, nos Estados Unidos, vai a cópia de segurança do seu espaço, cifrada, para o Plexus não perder o seu espaço se a máquina se perder.
- Como vai, e por quanto tempo fica. Tudo vai cifrado pela internet. No OpenRouter o conteúdo não fica guardado depois da resposta, pelo que ele declara, e ficam só os números de cada pedido, pelo prazo das regras dele. Na Anthropic, o pedido e a resposta ficam por até 30 dias, e o que o filtro de segurança dela marcar pode ficar até 2 anos (a seção 5). No Google, o conteúdo não fica guardado depois da resposta, pelo que ele declara (a regra da retenção zero, na seção 5). No GitHub a cópia fica, cifrada com uma chave que ele não tem, enquanto a sua conta existir. Depois de apagada, o GitHub ainda pode guardá-la por um tempo (ele fala em até 90 dias para restaurar o que foi apagado, e em cópias de segurança próprias), ilegível, porque a chave é destruída.
- Quem responde, e como falar. O controlador é o operador da seção 1, pelo e-mail de lá. O OpenRouter e o Google não passam adiante o que recebem do Plexus, fora a entrega do pedido pelo OpenRouter à Anthropic ou ao Google, para rodar o modelo. A Anthropic trata o que recebe em nome do Plexus, pelo acordo de tratamento de dados dos termos comerciais dela, com as empresas que ela contrata para isso e lista em público. O GitHub trata o repositório como confidencial a você, e o que ele guarda está cifrado com uma chave que ele não tem.
- A base na lei. Para os seus dados, a ida é necessária para cumprir o contrato com você (art. 33, IX, da LGPD). Para os dados das pessoas com quem você troca e-mail, a lei pede um mecanismo próprio, como as cláusulas-padrão aprovadas pela ANPD, e nenhum desses serviços tem hoje esse contrato com o Plexus. O acordo de tratamento de dados da Anthropic traz, para a ida de dados ao exterior, as cláusulas da Europa, do Reino Unido e da Suíça, e não as da ANPD. Não afirmamos uma proteção que não existe. O que protege esses dados nesse caminho é a cifra, o pouco que vai, o acordo escrito com a Anthropic e o apagar dela em até 30 dias, e, no Google, a regra de não guardar.
- Os seus direitos. Os da seção 13 valem também para o que foi para fora, e você pode reclamar à ANPD.
Não vendemos, não alugamos e não emprestamos os seus dados. Se o Plexus um dia passar a ser operado por uma empresa, ou for vendido, avisamos você antes. Para os dados que vêm do Google, pedimos o seu consentimento antes de qualquer transferência.
7. Quem lê o seu conteúdo
Nenhuma pessoa lê o conteúdo do seu espaço (as suas mensagens, os seus cartões, as suas tarefas), a não ser em três casos.
- Você pede. Por escrito, pelo e-mail da seção 1, você pede ajuda com um cartão ou uma tarefa específica. Quem ajuda vê o que você copiar no pedido. Se for preciso abrir o seu espaço para ajudar, o operador diz antes, você concorda por escrito, e o acesso fica registrado.
- Segurança. Para investigar uma falha ou um abuso, só o necessário.
- Lei. Para cumprir uma obrigação legal.
Sem pedido seu, quem ajuda você vê só os números e o registro de segurança da seção 3.7, o registro dos pedidos e o dos atos dele no painel (a seção 6), sem o conteúdo, o seu e-mail e o nome da conta com que você entrou (a seção 3.2) e as respostas do cadastro que vão ao operador (a seção 3.3).
O operador mantém a máquina e, por isso, tem como abrir um espaço que está em uso. A regra é que ele não o faz fora dos três casos acima.
8. Onde guardamos, e como protegemos
O Plexus roda numa máquina da Oracle em São Paulo.
O seu espaço fica num compartimento cifrado próprio, com uma chave só dele. Ele abre por um servidor de chaves que fica num computador do operador, separado da máquina, ou por uma senha de reserva que o operador guarda cifrada fora da máquina. Com a máquina desligada, ou numa cópia do disco, sem um dos dois o compartimento é ilegível.
As autorizações que você dá ao Google e à Microsoft para o Plexus ler as suas caixas ficam num cofre cifrado do operador, separado de todos os espaços. A leitura, que chama a inteligência artificial fora da máquina, recebe do cofre só uma chave de acesso de curta duração. A autorização em si nunca sai do cofre, e nada dela vai ao Claude.
Toda conexão com o Plexus é cifrada (o cadeado do navegador).
O Plexus não guarda senha. A entrada é pelo Google ou pela Microsoft.
A cópia de segurança diária vai cifrada, e a chave dela fica com o operador.
O que esta proteção não cobre, dito às claras. Enquanto a máquina está ligada, a Oracle tem como acessar a memória dela, como em qualquer máquina alugada. Ela também tem como ler o disco do sistema, que não tem dado seu e não tem a cifra do operador. A troca por uma máquina que fecha a memória ao provedor está prevista antes de o Plexus abrir a pessoas que não conhecemos. E o operador, que tem o servidor de chaves e a senha de reserva, tem como abrir o seu espaço, e uma cópia do disco feita antes de um apagar só se abriria com um dos dois; a seção 7 diz quando ele não o faz, e a seção 10 diz o que ele destrói ao apagar.
O que vai mudar. O jeito de guardar os espaços vai mudar antes de o Plexus crescer, para um banco comum, cifrado com a chave do operador, em que a chave própria por cliente fica para um plano pago. Nesse jeito novo, o apagar deixa de ser pela destruição de uma chave só sua, e esta política dirá como ele passa a ser. Nessa troca, os trechos das mensagens do Outlook que já tinham saído da sua caixa saem de vez do histórico (a seção 3.5). Quando isso valer para a sua conta, esta política muda antes, e você é avisado.
9. Por quanto tempo guardamos
| O quê | Por quanto tempo |
|---|---|
| O pedido de entrada que não foi aprovado | Até você pedir para tirar |
| O pedido de entrada de quem entrou | Enquanto a conta existir. Ao encerrar, o seu e-mail é apagado depois do envio do recibo, e no registro fica só um código que não o devolve |
| O registro do que o operador faz no painel sobre o seu pedido, o seu convite e o seu espaço | Não se apaga. Só tem códigos, nunca o seu e-mail nem o seu nome, e fica no computador do operador e numa cópia travada na Oracle (seção 6) |
| O link de convite | 7 dias, ou até ser usado |
| A sua conta, o cadastro, o que o Plexus lê e cria | Enquanto a conta existir. Apagado em até 7 dias depois de você encerrar |
| As respostas do cadastro | Enquanto a conta existir. A cópia que vai ao operador é apagada quando você encerrar |
| A amostra dos seus enviados no Outlook | Até você desligar a caixa do Outlook ou encerrar a conta (seção 3.5) |
| As autorizações para ler as suas caixas | Até você desligar a caixa ou encerrar a conta |
| O que veio do Outlook e foi apagado de vez na sua caixa, ou a caixa do Outlook desligada | O original é apagado quando o Plexus vê que a mensagem saiu da caixa, ou quando você desliga a caixa (seções 3.5 e 10), e os documentos anexados, na manhã seguinte. Os trechos saem das telas e da busca e ficam no histórico cifrado, sem uso, até a troca para o banco comum ou até você encerrar a conta |
| Os números de uso que o operador vê | 90 dias |
| O registro de segurança com o endereço de internet | 30 dias |
| O que vai ao OpenRouter | O conteúdo não fica. Os números de cada pedido ficam pelo prazo das regras dele |
| O que vai à Anthropic para rodar o Claude | O pedido e a resposta são apagados em até 30 dias. O que o filtro de segurança dela marcar pode ficar até 2 anos, e as notas desse filtro, até 7 anos (seção 5) |
| O que vai ao Google para rodar o Claude, quando a Anthropic não atende | O conteúdo não fica depois da resposta, pelo que o Google declara (seção 5) |
| O que o espaço do operador manda à Anthropic | Fica lá, em regra, até 30 dias (seção 5) |
| A cópia de segurança no GitHub | Apagada quando você encerrar. O GitHub ainda pode guardar o apagado por um tempo (até 90 dias para restaurar, e nas cópias de segurança dele), ilegível sem a chave, que é destruída |
| A conta sem uso | Uma conta em que você não entra por 12 meses é tratada como abandonada, mesmo que a leitura das suas caixas continue. O Plexus registra a data da sua última entrada. Avisamos você por e-mail e, sem resposta em 30 dias, o operador encerra a conta e apaga como na seção 10, na hora, sem os 7 dias de espera |
10. Desligar uma caixa, encerrar a conta e apagar
Desligar uma caixa. Em Conexões, «Remover». Se você entrou há mais de dez minutos, o Plexus pede que entre de novo. Ele para de ler e de enviar por aquela caixa e apaga a autorização que guardava. Os cartões abertos daquela caixa saem da sua tela.
- Na caixa do Google, o Plexus também revoga a autorização no Google, menos quando a mesma conta do Google continua conectada ao Plexus por outra conexão, porque o Google tiraria o acesso das duas. Nesse caso, a autorização sai do Google quando a última conexão dessa conta for desligada. Se o Google não responder nessa hora, a autorização pode ficar lá, e você a tira pela página do Google abaixo. O que já foi lido continua no seu espaço até você encerrar a conta. Você também pode tirar o acesso pelo lado do Google, na página de aplicativos com acesso à sua conta (https://myaccount.google.com/permissions).
- Na caixa do Outlook, o Plexus apaga também as mensagens do Outlook que guardava, com a amostra dos seus enviados (os documentos anexados saem na limpeza da manhã seguinte), e os trechos tirados delas saem das telas e da busca. As tarefas e as decisões que você tomou e o que o Plexus aprendeu das mensagens, como nomes, valores e datas, ficam. O histórico cifrado segue a regra da mensagem apagada de vez (a seção 3.5). O Plexus não consegue tirar a autorização do lado da Microsoft; a seção 11 diz onde você a tira.
Apagar só o que veio de uma caixa do Google, sem encerrar a conta, ainda não é possível.
Encerrar a conta. Em Conexões, «Encerrar a minha conta». Se você entrou há mais de dez minutos, o Plexus pede que entre de novo. Depois, você escreve «encerrar» para confirmar. Então:
- desliga as suas caixas (como acima) e encerra as suas sessões;
- para toda leitura;
- apaga o seu espaço em até 7 dias, sem depender de ninguém. O apagar destrói a chave do seu compartimento. Sem ela, nenhuma cópia feita depois se abre, na máquina ou fora dela. Uma cópia do disco feita antes do apagar só se abriria com a senha de reserva ou com o servidor de chaves, que ficam com o operador, e ele destrói as cópias da reserva junto com o seu espaço;
- apaga a cópia de segurança no GitHub;
- apaga o seu e-mail e o seu nome da lista de pedidos, deixando só um código que não os devolve (o e-mail, logo depois do envio do recibo);
- apaga as respostas do cadastro que foram ao operador;
- manda a você, por e-mail, o recibo do que foi apagado e quando.
Até a chave ser destruída, se algo falhar no meio, o operador pode devolver o seu espaço com todo o conteúdo, e você conecta as caixas de novo.
Se você não conseguir entrar (por exemplo, perdeu a conta do Google ou da Microsoft), escreva para o contato da seção 1, a partir do e-mail do seu pedido de entrada ou de outro endereço seu. Antes de apagar, pedimos uma prova de que o pedido é seu, e fazemos o mesmo apagar, na hora, sem os 7 dias de espera.
Para tirar o seu e-mail da lista de espera, escreva para o mesmo contato. Tiramos em até 15 dias.
11. Se você usa a Microsoft
Entrar pela Microsoft dá ao Plexus só o seu nome, o seu e-mail, o número fixo da sua conta e o da sua organização, e se a conta é pessoal ou de trabalho. Nada da sua caixa, da sua agenda ou dos seus arquivos.
Conectar a caixa do Outlook é outro passo, com as permissões da seção 3.5, que a Microsoft pede a você na hora.
Numa conta de empresa, o administrador costuma precisar liberar o Plexus uma vez. A configuração padrão da Microsoft não deixa a pessoa liberar sozinha a leitura do e-mail. Na tela da Microsoft, o administrador vê o nome Plexus, a marca de «não verificado» (a verificação da Microsoft exige empresa aberta, que o Plexus ainda não tem) e a lista de permissões da seção 3.5. A liberação vale para a empresa, e o administrador pode restringi-la a pessoas escolhidas. Ela sozinha não dá acesso a caixa nenhuma. O Plexus só lê a caixa de quem conecta a própria. Nada do administrador fica guardado no Plexus.
Retirar a autorização. Você pode retirar a qualquer momento a autorização que deu ao Plexus na Microsoft, nas páginas da própria Microsoft.
- A conta pessoal (Outlook.com, Hotmail, Live), em https://account.live.com/consent/Manage
- A conta de trabalho ou de escola, em https://myapps.microsoft.com. Se o administrador liberou o Plexus para a empresa, você não consegue retirar essa liberação ali. Peça ao administrador.
- O administrador retira para a empresa inteira no centro de administração do Microsoft Entra, em Aplicativos empresariais.
Um passo a mais. O Plexus não consegue remover sozinho, do lado da Microsoft, a autorização que você deu. Quando você desliga a caixa ou encerra a conta, o Plexus apaga a chave de acesso e as mensagens do Outlook que guardava (a seção 10), e a autorização só some da lista da Microsoft quando você ou o administrador a remove numa das páginas acima. Se a autorização for retirada pelo lado da Microsoft sem desligar a caixa no Plexus, a leitura para, a caixa aparece como desconectada em Conexões, com a causa e a opção de reconectar, e o que chegar até você reconectar não é lido.
Nada que vem da Microsoft é usado para publicidade ou marketing, nem em conjunto, nem sem identificação, nem como dado derivado. Se o uso dos dados mudar, o Plexus pede a sua autorização de novo antes.
12. O compromisso com o Google
O uso que o Plexus faz das informações recebidas das APIs do Google segue a Política de Dados do Usuário dos Serviços de API do Google, inclusive os requisitos de Uso Limitado, e a Política de Dados do Usuário e do Desenvolvedor do Google Workspace.
Plexus's use of information received from Google APIs will adhere to the Google API Services User Data Policy, including the Limited Use requirements.
Isso quer dizer o seguinte.
- Os dados do Google servem só para as funções que você vê e usa no Plexus.
- Eles não passam a terceiros, a não ser para essas funções (a leitura pelo Claude, a máquina onde o Plexus roda e a cópia de segurança cifrada, seções 5 e 6), por segurança, por ordem da lei, ou numa venda do Plexus com o seu consentimento prévio.
- Nenhuma pessoa os lê, a não ser com o seu acordo, por segurança ou por ordem da lei. O seu acordo, dado ao aceitar os termos de uso, vale para o que você mostrar num pedido de ajuda por escrito (a seção 7) e para os números do seu uso que o operador vê no painel (quantas mensagens foram lidas, quantos cartões abriram e foram respondidos, quanto custou, o estado das suas caixas e os outros números que a seção 3.7 lista), que nunca trazem um assunto, um nome ou um trecho.
- Eles não são usados para anúncio, nem vendidos, nem usados para avaliar crédito ou para empréstimo, nem para montar bases de dados.
- O Plexus não usa nem transfere os dados recebidos das APIs do Google Workspace para criar, treinar ou melhorar modelo de inteligência artificial ou de aprendizado de máquina. O que o Plexus aprende com as suas correções são regras guardadas no seu espaço, que servem só a você, e não treino de modelo.
13. Os seus direitos
Pela LGPD (art. 18), você pode pedir, a qualquer momento, a confirmação de que tratamos dados seus e o acesso a eles, a correção do que estiver incompleto, errado ou desatualizado, a anonimização, o bloqueio ou a eliminação do que for desnecessário, excessivo ou tratado em desacordo com a lei, a portabilidade, a eliminação dos dados tratados com o seu consentimento, a lista de com quem compartilhamos, a informação sobre o que acontece se você não der o consentimento, a revogação do consentimento e a oposição ao tratamento.
Peça pelo e-mail da seção 1. Respondemos em até 15 dias. Se não ficar satisfeito, você pode reclamar à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
14. As pessoas com quem você troca e-mail
Quando alguém escreve para você, recebe um e-mail seu, está em cópia ou é citado numa mensagem, a mensagem entra no seu espaço como qualquer mensagem da sua caixa (as seções 3.4 e 3.5), e o Plexus guarda o nome e o endereço dessa pessoa, os documentos que ela anexou e os fatos que tirou das mensagens, para servir a você. Ele também deduz o que essa pessoa é para você, para escolher o tom das respostas (a seção 3.6), e, no Outlook, guarda uma amostra do que você escreveu a ela nos 6 meses antes da conexão (a seção 3.5).
Esse conteúdo fica só no seu espaço. Nunca é cruzado com o espaço de outra pessoa, nunca é usado para anúncio e nunca vai a ninguém além do que a seção 6 diz. Quando você encerra a conta, ele é apagado com o resto.
A base na lei para tratar os dados dessas pessoas é o nosso legítimo interesse em servir a você, que recebeu ou escreveu a mensagem, com o teste que a seção 4 descreve. A ida desses dados ao exterior e o tempo em que a Anthropic os guarda estão ditos nas seções 5 e 6, com o que os protege e o que não os cobre.
Se você é uma dessas pessoas, você pode saber o que o Plexus guarda sobre você, corrigir, pedir para apagar e se opor a que as suas mensagens sejam lidas pelo Plexus. Escreva para o contato da seção 1. Respondemos em até 15 dias. O operador responde sem abrir o espaço de ninguém, a não ser pelo caminho da seção 7, e precisa de quem usa o Plexus para atender o pedido.
Hoje o Plexus ainda não tem um jeito de parar de ler uma pessoa só nem de apagar só o que é dela. Por isso, nesta fase de teste, o pedido se atende junto com quem usa o Plexus, pelo que ela faz na própria caixa. Ela pode desligar a caixa, e o Plexus para de ler tudo dela. Ela pode mandar as mensagens dessa pessoa para o spam, no Google, ou para o Lixo Eletrônico, no Outlook, que o Plexus não lê, mas o que ela mesma escreve a essa pessoa continua entrando. No Outlook, apagar de vez cada mensagem dessa pessoa apaga o original no Plexus, e desligar a caixa apaga também a amostra do que ela escreveu a essa pessoa, que apagar o e-mail na caixa ainda não tira. No Google, nada do que já foi lido sai antes de a conta se encerrar. Em todos os casos, os fatos e a ficha que o Plexus montou dessa pessoa ficam no espaço, e os trechos ficam no histórico cifrado, até a conta se encerrar (as seções 3.5 e 10). O jeito de parar de ler uma pessoa e o de apagar o que é dela estão previstos antes de o Plexus abrir a pessoas que não conhecemos.
15. O que você precisa saber sobre a versão de teste
- O Plexus está em teste, com poucas pessoas convidadas, que sabem que é teste.
- Pedimos que você não conecte uma caixa com dados sensíveis de outras pessoas (saúde, processo judicial, dados bancários de clientes) nesta fase.
- O Google e a Microsoft ainda não verificaram o Plexus. Por isso, a tela deles mostra um aviso de aplicativo não verificado. Numa conta de empresa, o administrador pode precisar liberar o Plexus.
- O uso do modelo por cada espaço tem um limite de gasto por mês, pago pelo operador. Quando o limite chega, a leitura pausa e volta sozinha quando o limite renova, na ordem em que as mensagens chegaram. Nada se perde, e o operador é avisado.
- Se você perder o acesso à sua conta do Google ou da Microsoft, ainda não há um caminho para recuperar a entrada. O seu espaço fica guardado até você pedir para apagar (a seção 10).
- Um e-mail pode trazer um texto escrito para enganar uma inteligência artificial. Nesta versão, a leitura não tem como agir sozinha, e nada sai da sua caixa sem o seu toque. Uma proteção própria contra isso vem antes de o Plexus abrir a quem não conhecemos.
16. Quando você ligar outras portas
O Plexus vai crescer para outras portas (a agenda, o Google Drive, o OneDrive e o WhatsApp). Nenhuma delas está ligada hoje. Antes de cada uma ser oferecida a você, esta política ganha a parte dela, dizendo o que lê, o que guarda, o que envia e com quem passa, e o provedor pede a sua autorização de novo. Nenhuma liga sozinha.
17. Se algo der errado
Se acontecer um incidente de segurança que possa trazer risco ou dano relevante a você, avisamos você e a ANPD, como a lei manda (art. 48 da LGPD), dizendo o que aconteceu, quais dados foram afetados e o que fizemos.
18. Menores de idade
O Plexus é para uso no trabalho, por quem tem 14 anos ou mais, que é a idade em que alguém pode começar a trabalhar no Brasil, como aprendiz. Se você tem menos de 18 anos, tratamos os seus dados no seu melhor interesse, como a lei manda (art. 14 da LGPD), e só do jeito que esta política diz. O Plexus não pergunta a sua idade. Quem entra é convidado para usar o Plexus no trabalho.
19. Mudanças nesta política
Quando esta política mudar, a versão nova aparece nesta página, com o número e a data. Se a mudança alterar o que o Plexus lê, guarda ou compartilha, avisamos você por e-mail antes de ela valer, e o Plexus pede o seu aceite de novo na sua próxima entrada.
20. Contato
Escreva para matheus@plexusbrain.com. O mesmo endereço atende pedidos sobre os seus dados, dúvidas sobre esta política e pedidos de exclusão.