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Política de privacidade

Versão 2.2, de 23 de outubro de 2026.

Esta política diz o que o Plexus guarda sobre você, de onde vem, para que serve, com quem passa, onde fica, por quanto tempo, e como você apaga tudo. Ela vale para o site plexusbrain.com e para o Plexus em app.plexusbrain.com. Ela substitui a versão 2.1, de 22 de outubro de 2026.

Em poucas palavras

1. Quem cuida dos seus dados, e como falar conosco

O Plexus é operado no Brasil por Matheus Curi de Oliveira, em Belo Horizonte, que decide como os seus dados são tratados. Pela Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei 13.709/2018), ele é o controlador dos seus dados. Nesta política, «nós» quer dizer ele. O Plexus ainda não é uma empresa aberta.

Para qualquer pergunta ou pedido sobre os seus dados, escreva para matheus@plexusbrain.com. O mesmo endereço é o canal do encarregado pelo tratamento de dados, que é o próprio operador.

2. A quem esta política se aplica

3. O que o Plexus guarda, e de onde vem

3.1 Quando você pede para entrar

O pedido traz só o seu e-mail. Junto com ele, guardamos a hora do pedido e de onde ele veio (o site, ou um pedido feito por quem convidou você). A resposta da página é a mesma para um e-mail novo, repetido ou que já tem conta, para que ninguém descubra pelo pedido quem já usa o Plexus.

O endereço de internet de onde o pedido saiu serve para barrar abusos e pode ficar no registro de segurança por até 30 dias.

Quando o seu pedido é aprovado, você recebe um e-mail do Plexus com um link de entrada. O link vale sete dias e uma entrada só. Não repasse esse link. Se o pedido não for aprovado, você não recebe e-mail.

3.2 Quando você entra

Você entra com a sua conta do Google ou da Microsoft. Nesse momento, o Plexus recebe só o que identifica você no provedor. São o seu nome, o seu e-mail e um número fixo que o provedor dá à sua conta. Pelo Google, recebemos também a sua foto, se o seu e-mail é verificado e o domínio de trabalho, se houver. Pela Microsoft, recebemos também o número da sua organização e se a conta é pessoal ou de trabalho. Nada da sua caixa de e-mail entra nessa hora.

O e-mail da conta com que você entrou pode ser diferente do e-mail do pedido. Guardamos os dois, com o nome da conta e, na Microsoft, se ela é pessoal ou de trabalho, e o operador os vê no painel dele, para perceber um convite usado por outra pessoa.

O Plexus não guarda senha nenhuma. Quem confere a sua senha é o Google ou a Microsoft.

3.3 No cadastro

O cargo e as duas perguntas são obrigatórios. Enquanto faltar um deles, o Plexus abre o cadastro no lugar das outras telas. Só o site pode ficar em branco.

O nome, o cargo, o site e as duas respostas ficam no seu espaço, para o Plexus ler e escrever do seu jeito, e vão ao Claude quando o Plexus lê uma mensagem ou prepara uma resposta (a seção 5). O que você responde antes de o seu espaço ficar pronto espera numa pasta do operador na máquina, e sai dela quando o espaço o recebe, ou em 7 dias, se o espaço não chegar a nascer. As duas respostas sobre o seu dia vão também ao operador, fora do seu espaço, para melhorar o Plexus. Ele as vê no painel dele, e elas são apagadas quando você encerra a conta.

3.4 Quando você conecta o seu e-mail do Google

Na tela do Google, o Plexus pede duas permissões.

O Plexus não pede permissão para apagar, mover, arquivar ou marcar mensagens, e não faz nada disso. Também não pede os seus contatos, a sua agenda ou os seus arquivos.

O que ele lê. Toda mensagem que chega ou que você envia a partir do dia em que conecta, inclusive as que vão para a lixeira. Ficam de fora o spam, os rascunhos e o bate-papo. As mensagens de antes da conexão não são guardadas. Quando chega uma mensagem nova numa conversa antiga, a parte antiga da conversa é lida na hora e vai ao modelo junto com a mensagem nova (seção 5), para preparar a resposta. O Plexus não a guarda.

O que ele guarda de cada mensagem.

O texto das outras mensagens continua só na sua caixa do Google, e o Plexus o busca de novo se precisar. Os documentos anexados delas ficam.

O que ele envia. Só respostas, só dentro de uma conversa que já existe, e só depois do seu toque no cartão (aprovar, ou editar e aprovar). A resposta sai pela sua conta, com a cópia nos enviados. O Plexus nunca começa uma conversa nova e nunca escreve a alguém por conta própria.

O que vai mudar. O Plexus vai passar a ler uma vez, no momento em que você conecta a caixa, parte do que já estava nela, para conhecer desde o primeiro dia com quem você troca e-mail, como você escreve e o que espera resposta sua. Essa leitura vai pegar quatro coisas.

A linha de cada mensagem dos 12 meses vai ficar no seu espaço enquanto a conta existir, como todo registro de quem escreveu e quando, e o que o Plexus diz de uma pessoa vai contar só os últimos 12 meses. O texto de cada e-mail enviado vai ser apagado depois de lido. Dele vão ficar só alguns trechos curtos (até cinco por e-mail, de poucas linhas cada), que mostram como você escreve a cada pessoa, e o que o Plexus aprendeu dele, como o seu cargo e a sua empresa quando a assinatura os traz. Dos enviados dos últimos 14 dias vão ficar também o que você prometeu e o que você pediu sem resposta, entre o que está em aberto (a seção 3.6). As conversas que esperam resposta vão ficar como qualquer mensagem que chega (acima). Os e-mails enviados, as conversas que esperam resposta e a assinatura vão ser enviados ao Claude como diz a seção 5, e a linha das mensagens dos 12 meses não vai. Nada da sua caixa vai passar para a caixa de outra pessoa. Quando essa leitura valer para a sua conta, esta política muda antes, e você é avisado. Na caixa do Outlook, a parte dos e-mails enviados já começou, de um jeito mais simples, que a seção 3.5 descreve.

3.5 Quando você conecta o seu e-mail do Outlook

Na tela da Microsoft, o Plexus pede estas permissões, todas só sobre a sua conta.

O Plexus não pede permissão para apagar, mover, arquivar ou marcar mensagens, e não faz nada disso. Também não pede os seus contatos, a sua agenda, os seus arquivos nem a caixa de outra pessoa da empresa.

O que ele lê. Toda mensagem que chega ou que você envia a partir do dia em que conecta, em todas as pastas da caixa (a Caixa de Entrada, os Itens Enviados, o Arquivo Morto e as pastas que você criou). Ficam de fora o Lixo Eletrônico, os Rascunhos, a Caixa de Saída, os Itens Excluídos, o Histórico de Conversas, os Problemas de Sincronização, as Pastas de Pesquisa e o arquivo morto online da empresa. As pastas de fora são consultadas só para saber se uma mensagem saiu da sua caixa, e as mensagens delas nunca são lidas. As mensagens de antes da conexão não são guardadas, menos a amostra dos seus enviados (abaixo), e a parte antiga de uma conversa é tratada como no Google.

O que ele guarda. O mesmo que no Google (a seção 3.4), com a pasta em que a mensagem está no lugar das marcas do Google.

A amostra do que você escreveu. Quando você conecta a caixa do Outlook, o Plexus olha os e-mails que você enviou nos 6 meses antes da conexão, do mais novo para trás, e guarda até 60 deles, para conhecer desde o primeiro dia o seu jeito de escrever a cada pessoa. De cada um, ele guarda o texto que você escreveu e o que guarda de toda mensagem (o assunto, para quem foi e quem foi em cópia, quando, a conversa e o nome dos anexos, sem o conteúdo deles). O trecho citado de outras mensagens e a formatação são cortados por máquina antes de qualquer coisa ser gravada, pelas marcas que os programas de e-mail põem antes da citação. Uma citação sem essas marcas pode ficar junto do seu texto. Ficam de fora os rascunhos, as respostas automáticas, os convites de reunião e as respostas a eles, os e-mails encaminhados como anexo, as confirmações de leitura, os e-mails que o próprio Plexus enviou, os que saíram da sua caixa em nome de outra pessoa e os que não têm texto seu (como um encaminhamento sem nada escrito). Nessa hora o Plexus não manda nada ao Claude. Depois, quando ele lê uma mensagem de uma pessoa ou prepara uma resposta a ela, leva ao Claude até cinco trechos curtos do que você já escreveu a essa pessoa (a seção 5). O texto da amostra fica só na máquina, fora da cópia de segurança, até você desligar a caixa do Outlook ou encerrar a conta. Apagar um desses e-mails na sua caixa ainda não o tira da amostra antes disso.

O que ele envia. O mesmo que no Google. A resposta sai pela sua conta, com a cópia nos Itens Enviados.

Quando você apaga uma mensagem de vez. Quando uma mensagem sai da sua caixa (você esvazia os Itens Excluídos, a exclui para sempre, ou a regra de retenção da sua empresa a tira), o Plexus apaga o original que guardava (o documento anexado sai na limpeza da manhã seguinte, se não vier também numa mensagem que continua guardada), e os trechos tirados dela saem das telas e da busca. Mover para os Itens Excluídos não conta, e a amostra dos seus enviados segue a regra dela (acima). As tarefas e as decisões que você tomou a partir dela continuam, e também o que o Plexus aprendeu dela, como nomes, valores e datas. O que já tinha sido registrado no histórico cifrado do seu espaço fica guardado ali até você encerrar a conta, quando tudo é destruído com a chave. Os trechos ficam nele sem uso, e saem de vez na troca para o banco comum (a seção 8), se ela vier antes.

O que vai mudar. O resto da leitura de uma vez do que já estava na caixa, que a seção 3.4 descreve, vai valer também para a caixa do Outlook, com as marcas de lido e de sinalizado no lugar das marcas do Google e sem a assinatura, que a Microsoft não dá ao Plexus (fica só o nome da conta). Com ela, a amostra dos enviados passa a ser lida pelo Claude e o texto dela passa a ser apagado depois de lido, como a seção 3.4 diz. Esta política muda antes de isso valer para a sua conta.

3.6 O que o Plexus cria para você

A partir do que lê, o Plexus monta, no seu espaço:

O que cada pessoa é para você. O Plexus deduz isso sozinho, sem chamar o Claude, por sinais do seu espaço (o domínio do e-mail da pessoa comparado com o seu, o que está em aberto entre vocês e, quando ela é da sua empresa, o cargo dela), e só quando dois sinais concordam. A dedução é refeita a cada vez, não fica guardada como um rótulo e não aparece na tela. Hoje a tela não tem onde você diga o que uma pessoa é para você, nem onde corrija a dedução. Ela serve para o Plexus escolher o tom de uma resposta (uma recusa, um adiamento, uma cobrança) e entender de quem é uma tarefa pedida, e vai ao Claude com as mensagens dessa pessoa (a seção 5). Ela pode errar, e por isso você confere cada resposta antes de aprovar.

3.7 Os registros de uso e de segurança

3.8 Os cookies

O Plexus usa só três cookies, todos necessários para você entrar e continuar dentro. O da sua sessão dura até 7 dias e acaba depois de 12 horas sem uso. O da entrada dura 10 minutos. O do convite dura 1 hora. Não usamos cookie de anúncio, de medição de audiência ou de terceiros, nem no site nem no Plexus. O site serve as próprias fontes de letra, sem chamar o Google.

4. Para que usamos, e com que base na lei

Nunca usamos os seus dados para anúncio, para vender, para avaliar crédito, para montar bases de dados para outros fins, nem para treinar modelos de inteligência artificial.

5. A inteligência artificial que lê com o Plexus

Para entender cada mensagem e preparar respostas, o Plexus envia ao Claude, o modelo criado pela Anthropic (empresa dos Estados Unidos), pelo caminho que esta seção descreve:

O conteúdo dos anexos não vai. A chamada é feita sem nenhuma ferramenta. O Claude só devolve um texto. Ele não consegue agir, abrir arquivos nem acessar a sua caixa.

O caminho da chamada. O seu espaço chama o Claude por meio do OpenRouter, uma empresa dos Estados Unidos que recebe o pedido, o entrega a quem roda o modelo e devolve a resposta. Em cada pedido, o Plexus manda o OpenRouter tentar primeiro a própria Anthropic e, se ela não atender, o Google, e a nenhum outro serviço que rode o Claude. Na Anthropic, o OpenRouter entrega o pedido pelas chaves que o operador tem lá, e esse uso é pago pelos créditos da Anthropic que vêm todo mês com os planos do operador. Pelo jeito como essas chaves estão marcadas no OpenRouter, ele nunca usa a conta dele mesmo na Anthropic para esses pedidos. Quando as chaves não atendem, porque os créditos do mês acabaram ou porque a Anthropic não respondeu, o OpenRouter entrega o pedido ao Google, uma empresa dos Estados Unidos, que roda o Claude nos computadores da nuvem dele (o serviço que o OpenRouter chama de Google Vertex), e o Plexus paga esse uso pelo saldo que tem no OpenRouter. Não dá para saber de antemão qual dos dois atende cada pedido. A Anthropic e o Google podem rodar o pedido em qualquer região em que o modelo está disponível, e não garantem o lugar. O que a Anthropic guarda fica nos Estados Unidos. O OpenRouter diz em cada resposta quem a atendeu, e o Plexus anota. Se outro serviço vier a atender, esta política muda. Antes de entregar o pedido à Anthropic, o OpenRouter o passa por um filtro de conteúdo que a Anthropic pede. Se o filtro barrar uma mensagem, o Plexus não a lê, e ela aparece na sua tela como mensagem sem leitura.

O modelo é o Claude Opus 5.5. Cada espaço tem uma chave própria no OpenRouter, com um limite de gasto por mês, e por ela o operador vê só números (quanto foi gasto, quanto resta), nunca o conteúdo. Junto com o conteúdo, o pedido leva um código do seu espaço, que não é o seu nome nem o seu e-mail, para o OpenRouter separar os pedidos de cada espaço.

O que cada um guarda. Pelas regras do OpenRouter, ele não guarda o texto dos pedidos nem das respostas, só números de cada pedido (o tamanho, o tempo), e não treina modelo com o conteúdo. A conta do Plexus no OpenRouter fica com o registro de pedidos e respostas desligado. Uma amostra pequena dos pedidos passa por uma classificação anônima, feita por outro modelo que também não guarda nada, para as estatísticas do OpenRouter, e o resultado não se liga à conta do Plexus. Pelos termos comerciais da Anthropic, que valem para as chaves do operador, ela não treina modelo com o pedido nem com a resposta. Ela trata o que recebe em nome do Plexus, só para prestar o serviço, por um acordo de tratamento de dados que faz parte desses termos e que aponta uma lista pública das empresas que ela contrata para isso. Pelas regras dela, ela apaga o pedido e a resposta em até 30 dias depois de recebê-los ou de gerá-los, e guarda por mais tempo em dois casos. O que o filtro de segurança automático dela marcar como contrário às regras de uso dela pode ficar até 2 anos, e as notas que esse filtro dá aos pedidos podem ficar até 7 anos. E ela guarda o que a lei mandar guardar. Uma parte do pedido fica também na memória da Anthropic por 5 minutos depois do último uso, para acelerar pedidos seguidos, sem se misturar com a de outras organizações. Pelas regras do Google, ele não usa o pedido nem a resposta para treinar e não os passa a terceiros. O registro de pedidos e respostas na nuvem dele vem desligado e só liga por escolha de quem tem a conta, que é o OpenRouter; para o Claude Opus 5.5 em uso comum, não há registro por segurança. O OpenRouter põe esse serviço na lista da retenção zero pelo que o Google declara, e diz que não garante por ele. No Google, uma cópia de curta duração do pedido pode ficar na memória do serviço para acelerar pedidos seguidos, e o OpenRouter não conta isso como guarda.

A Anthropic. A Anthropic criou o Claude e é a dona dele, e é ela quem recebe o pedido e a resposta quando atende. Quando o pedido vai ao Google, ela não os recebe, porque nesse caso quem trata o pedido é o Google. Alguns modelos que ela lista exigem uma guarda de 30 dias, que, no Google, fica na nuvem dele pelo que a Anthropic diz; o Claude Opus 5.5 não está nessa lista hoje. Ela tem um acordo pelo qual não guarda o pedido nem a resposta depois de responder (a retenção zero), dado organização por organização a quem o pede à equipe de vendas dela, e mesmo com ele guarda o que o filtro de segurança marcar ou a lei mandar. As organizações do operador na Anthropic não têm esse acordo hoje, e as chaves dele estão marcadas assim no OpenRouter. Se ele vier, esta política muda. Se o Plexus trocar o modelo, confere antes as regras da Anthropic para o modelo novo, e esta política muda se a resposta mudar.

O treino. O Plexus não treina modelo. O que ele aprende com as suas correções são regras guardadas no seu espaço, que servem só a você.

O espaço do próprio operador chama o Claude por outro caminho, pela assinatura pessoal dele, com a opção de ajudar a melhorar o Claude desligada. O que a Anthropic recebe por ele segue as regras dela para assinaturas pessoais com essa opção desligada e fica lá, em regra, por até 30 dias. Nada do seu espaço passa por esse caminho. O que você escrever ao operador na caixa dele entra no espaço dele, como a seção 14 diz de quem escreve a você.

No espaço do operador, o programa que chama o Claude manda também números de uso, sem o conteúdo das mensagens, à Anthropic e a serviços contratados por ela, e o envio de relatórios de erro a terceiros está desligado. No seu espaço, nada além do pedido descrito acima sai para o OpenRouter.

6. Com quem os seus dados passam, e por quê

Cada um desses serviços trata os dados também pelas próprias regras. Quem responde pelo que o Plexus faz com os seus dados é o operador.

O que sai do Brasil, e com que proteção. Pela lei brasileira, você tem o direito de saber, às claras, o que vai para fora do país, para quem, para quê, por quanto tempo e com que proteção. Aqui está.

Não vendemos, não alugamos e não emprestamos os seus dados. Se o Plexus um dia passar a ser operado por uma empresa, ou for vendido, avisamos você antes. Para os dados que vêm do Google, pedimos o seu consentimento antes de qualquer transferência.

7. Quem lê o seu conteúdo

Nenhuma pessoa lê o conteúdo do seu espaço (as suas mensagens, os seus cartões, as suas tarefas), a não ser em três casos.

Sem pedido seu, quem ajuda você vê só os números e o registro de segurança da seção 3.7, o registro dos pedidos e o dos atos dele no painel (a seção 6), sem o conteúdo, o seu e-mail e o nome da conta com que você entrou (a seção 3.2) e as respostas do cadastro que vão ao operador (a seção 3.3).

O operador mantém a máquina e, por isso, tem como abrir um espaço que está em uso. A regra é que ele não o faz fora dos três casos acima.

8. Onde guardamos, e como protegemos

O Plexus roda numa máquina da Oracle em São Paulo.

O seu espaço fica num compartimento cifrado próprio, com uma chave só dele. Ele abre por um servidor de chaves que fica num computador do operador, separado da máquina, ou por uma senha de reserva que o operador guarda cifrada fora da máquina. Com a máquina desligada, ou numa cópia do disco, sem um dos dois o compartimento é ilegível.

As autorizações que você dá ao Google e à Microsoft para o Plexus ler as suas caixas ficam num cofre cifrado do operador, separado de todos os espaços. A leitura, que chama a inteligência artificial fora da máquina, recebe do cofre só uma chave de acesso de curta duração. A autorização em si nunca sai do cofre, e nada dela vai ao Claude.

Toda conexão com o Plexus é cifrada (o cadeado do navegador).

O Plexus não guarda senha. A entrada é pelo Google ou pela Microsoft.

A cópia de segurança diária vai cifrada, e a chave dela fica com o operador.

O que esta proteção não cobre, dito às claras. Enquanto a máquina está ligada, a Oracle tem como acessar a memória dela, como em qualquer máquina alugada. Ela também tem como ler o disco do sistema, que não tem dado seu e não tem a cifra do operador. A troca por uma máquina que fecha a memória ao provedor está prevista antes de o Plexus abrir a pessoas que não conhecemos. E o operador, que tem o servidor de chaves e a senha de reserva, tem como abrir o seu espaço, e uma cópia do disco feita antes de um apagar só se abriria com um dos dois; a seção 7 diz quando ele não o faz, e a seção 10 diz o que ele destrói ao apagar.

O que vai mudar. O jeito de guardar os espaços vai mudar antes de o Plexus crescer, para um banco comum, cifrado com a chave do operador, em que a chave própria por cliente fica para um plano pago. Nesse jeito novo, o apagar deixa de ser pela destruição de uma chave só sua, e esta política dirá como ele passa a ser. Nessa troca, os trechos das mensagens do Outlook que já tinham saído da sua caixa saem de vez do histórico (a seção 3.5). Quando isso valer para a sua conta, esta política muda antes, e você é avisado.

9. Por quanto tempo guardamos

O quêPor quanto tempo
O pedido de entrada que não foi aprovadoAté você pedir para tirar
O pedido de entrada de quem entrouEnquanto a conta existir. Ao encerrar, o seu e-mail é apagado depois do envio do recibo, e no registro fica só um código que não o devolve
O registro do que o operador faz no painel sobre o seu pedido, o seu convite e o seu espaçoNão se apaga. Só tem códigos, nunca o seu e-mail nem o seu nome, e fica no computador do operador e numa cópia travada na Oracle (seção 6)
O link de convite7 dias, ou até ser usado
A sua conta, o cadastro, o que o Plexus lê e criaEnquanto a conta existir. Apagado em até 7 dias depois de você encerrar
As respostas do cadastroEnquanto a conta existir. A cópia que vai ao operador é apagada quando você encerrar
A amostra dos seus enviados no OutlookAté você desligar a caixa do Outlook ou encerrar a conta (seção 3.5)
As autorizações para ler as suas caixasAté você desligar a caixa ou encerrar a conta
O que veio do Outlook e foi apagado de vez na sua caixa, ou a caixa do Outlook desligadaO original é apagado quando o Plexus vê que a mensagem saiu da caixa, ou quando você desliga a caixa (seções 3.5 e 10), e os documentos anexados, na manhã seguinte. Os trechos saem das telas e da busca e ficam no histórico cifrado, sem uso, até a troca para o banco comum ou até você encerrar a conta
Os números de uso que o operador vê90 dias
O registro de segurança com o endereço de internet30 dias
O que vai ao OpenRouterO conteúdo não fica. Os números de cada pedido ficam pelo prazo das regras dele
O que vai à Anthropic para rodar o ClaudeO pedido e a resposta são apagados em até 30 dias. O que o filtro de segurança dela marcar pode ficar até 2 anos, e as notas desse filtro, até 7 anos (seção 5)
O que vai ao Google para rodar o Claude, quando a Anthropic não atendeO conteúdo não fica depois da resposta, pelo que o Google declara (seção 5)
O que o espaço do operador manda à AnthropicFica lá, em regra, até 30 dias (seção 5)
A cópia de segurança no GitHubApagada quando você encerrar. O GitHub ainda pode guardar o apagado por um tempo (até 90 dias para restaurar, e nas cópias de segurança dele), ilegível sem a chave, que é destruída
A conta sem usoUma conta em que você não entra por 12 meses é tratada como abandonada, mesmo que a leitura das suas caixas continue. O Plexus registra a data da sua última entrada. Avisamos você por e-mail e, sem resposta em 30 dias, o operador encerra a conta e apaga como na seção 10, na hora, sem os 7 dias de espera

10. Desligar uma caixa, encerrar a conta e apagar

Desligar uma caixa. Em Conexões, «Remover». Se você entrou há mais de dez minutos, o Plexus pede que entre de novo. Ele para de ler e de enviar por aquela caixa e apaga a autorização que guardava. Os cartões abertos daquela caixa saem da sua tela.

Apagar só o que veio de uma caixa do Google, sem encerrar a conta, ainda não é possível.

Encerrar a conta. Em Conexões, «Encerrar a minha conta». Se você entrou há mais de dez minutos, o Plexus pede que entre de novo. Depois, você escreve «encerrar» para confirmar. Então:

Até a chave ser destruída, se algo falhar no meio, o operador pode devolver o seu espaço com todo o conteúdo, e você conecta as caixas de novo.

Se você não conseguir entrar (por exemplo, perdeu a conta do Google ou da Microsoft), escreva para o contato da seção 1, a partir do e-mail do seu pedido de entrada ou de outro endereço seu. Antes de apagar, pedimos uma prova de que o pedido é seu, e fazemos o mesmo apagar, na hora, sem os 7 dias de espera.

Para tirar o seu e-mail da lista de espera, escreva para o mesmo contato. Tiramos em até 15 dias.

11. Se você usa a Microsoft

Entrar pela Microsoft dá ao Plexus só o seu nome, o seu e-mail, o número fixo da sua conta e o da sua organização, e se a conta é pessoal ou de trabalho. Nada da sua caixa, da sua agenda ou dos seus arquivos.

Conectar a caixa do Outlook é outro passo, com as permissões da seção 3.5, que a Microsoft pede a você na hora.

Numa conta de empresa, o administrador costuma precisar liberar o Plexus uma vez. A configuração padrão da Microsoft não deixa a pessoa liberar sozinha a leitura do e-mail. Na tela da Microsoft, o administrador vê o nome Plexus, a marca de «não verificado» (a verificação da Microsoft exige empresa aberta, que o Plexus ainda não tem) e a lista de permissões da seção 3.5. A liberação vale para a empresa, e o administrador pode restringi-la a pessoas escolhidas. Ela sozinha não dá acesso a caixa nenhuma. O Plexus só lê a caixa de quem conecta a própria. Nada do administrador fica guardado no Plexus.

Retirar a autorização. Você pode retirar a qualquer momento a autorização que deu ao Plexus na Microsoft, nas páginas da própria Microsoft.

Um passo a mais. O Plexus não consegue remover sozinho, do lado da Microsoft, a autorização que você deu. Quando você desliga a caixa ou encerra a conta, o Plexus apaga a chave de acesso e as mensagens do Outlook que guardava (a seção 10), e a autorização só some da lista da Microsoft quando você ou o administrador a remove numa das páginas acima. Se a autorização for retirada pelo lado da Microsoft sem desligar a caixa no Plexus, a leitura para, a caixa aparece como desconectada em Conexões, com a causa e a opção de reconectar, e o que chegar até você reconectar não é lido.

Nada que vem da Microsoft é usado para publicidade ou marketing, nem em conjunto, nem sem identificação, nem como dado derivado. Se o uso dos dados mudar, o Plexus pede a sua autorização de novo antes.

12. O compromisso com o Google

O uso que o Plexus faz das informações recebidas das APIs do Google segue a Política de Dados do Usuário dos Serviços de API do Google, inclusive os requisitos de Uso Limitado, e a Política de Dados do Usuário e do Desenvolvedor do Google Workspace.

Plexus's use of information received from Google APIs will adhere to the Google API Services User Data Policy, including the Limited Use requirements.

Isso quer dizer o seguinte.

13. Os seus direitos

Pela LGPD (art. 18), você pode pedir, a qualquer momento, a confirmação de que tratamos dados seus e o acesso a eles, a correção do que estiver incompleto, errado ou desatualizado, a anonimização, o bloqueio ou a eliminação do que for desnecessário, excessivo ou tratado em desacordo com a lei, a portabilidade, a eliminação dos dados tratados com o seu consentimento, a lista de com quem compartilhamos, a informação sobre o que acontece se você não der o consentimento, a revogação do consentimento e a oposição ao tratamento.

Peça pelo e-mail da seção 1. Respondemos em até 15 dias. Se não ficar satisfeito, você pode reclamar à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

14. As pessoas com quem você troca e-mail

Quando alguém escreve para você, recebe um e-mail seu, está em cópia ou é citado numa mensagem, a mensagem entra no seu espaço como qualquer mensagem da sua caixa (as seções 3.4 e 3.5), e o Plexus guarda o nome e o endereço dessa pessoa, os documentos que ela anexou e os fatos que tirou das mensagens, para servir a você. Ele também deduz o que essa pessoa é para você, para escolher o tom das respostas (a seção 3.6), e, no Outlook, guarda uma amostra do que você escreveu a ela nos 6 meses antes da conexão (a seção 3.5).

Esse conteúdo fica só no seu espaço. Nunca é cruzado com o espaço de outra pessoa, nunca é usado para anúncio e nunca vai a ninguém além do que a seção 6 diz. Quando você encerra a conta, ele é apagado com o resto.

A base na lei para tratar os dados dessas pessoas é o nosso legítimo interesse em servir a você, que recebeu ou escreveu a mensagem, com o teste que a seção 4 descreve. A ida desses dados ao exterior e o tempo em que a Anthropic os guarda estão ditos nas seções 5 e 6, com o que os protege e o que não os cobre.

Se você é uma dessas pessoas, você pode saber o que o Plexus guarda sobre você, corrigir, pedir para apagar e se opor a que as suas mensagens sejam lidas pelo Plexus. Escreva para o contato da seção 1. Respondemos em até 15 dias. O operador responde sem abrir o espaço de ninguém, a não ser pelo caminho da seção 7, e precisa de quem usa o Plexus para atender o pedido.

Hoje o Plexus ainda não tem um jeito de parar de ler uma pessoa só nem de apagar só o que é dela. Por isso, nesta fase de teste, o pedido se atende junto com quem usa o Plexus, pelo que ela faz na própria caixa. Ela pode desligar a caixa, e o Plexus para de ler tudo dela. Ela pode mandar as mensagens dessa pessoa para o spam, no Google, ou para o Lixo Eletrônico, no Outlook, que o Plexus não lê, mas o que ela mesma escreve a essa pessoa continua entrando. No Outlook, apagar de vez cada mensagem dessa pessoa apaga o original no Plexus, e desligar a caixa apaga também a amostra do que ela escreveu a essa pessoa, que apagar o e-mail na caixa ainda não tira. No Google, nada do que já foi lido sai antes de a conta se encerrar. Em todos os casos, os fatos e a ficha que o Plexus montou dessa pessoa ficam no espaço, e os trechos ficam no histórico cifrado, até a conta se encerrar (as seções 3.5 e 10). O jeito de parar de ler uma pessoa e o de apagar o que é dela estão previstos antes de o Plexus abrir a pessoas que não conhecemos.

15. O que você precisa saber sobre a versão de teste

16. Quando você ligar outras portas

O Plexus vai crescer para outras portas (a agenda, o Google Drive, o OneDrive e o WhatsApp). Nenhuma delas está ligada hoje. Antes de cada uma ser oferecida a você, esta política ganha a parte dela, dizendo o que lê, o que guarda, o que envia e com quem passa, e o provedor pede a sua autorização de novo. Nenhuma liga sozinha.

17. Se algo der errado

Se acontecer um incidente de segurança que possa trazer risco ou dano relevante a você, avisamos você e a ANPD, como a lei manda (art. 48 da LGPD), dizendo o que aconteceu, quais dados foram afetados e o que fizemos.

18. Menores de idade

O Plexus é para uso no trabalho, por quem tem 14 anos ou mais, que é a idade em que alguém pode começar a trabalhar no Brasil, como aprendiz. Se você tem menos de 18 anos, tratamos os seus dados no seu melhor interesse, como a lei manda (art. 14 da LGPD), e só do jeito que esta política diz. O Plexus não pergunta a sua idade. Quem entra é convidado para usar o Plexus no trabalho.

19. Mudanças nesta política

Quando esta política mudar, a versão nova aparece nesta página, com o número e a data. Se a mudança alterar o que o Plexus lê, guarda ou compartilha, avisamos você por e-mail antes de ela valer, e o Plexus pede o seu aceite de novo na sua próxima entrada.

20. Contato

Escreva para matheus@plexusbrain.com. O mesmo endereço atende pedidos sobre os seus dados, dúvidas sobre esta política e pedidos de exclusão.