Termos de uso
Versão 2.2, de 23 de outubro de 2026.
Estes termos valem para o site plexusbrain.com e para o Plexus em app.plexusbrain.com. Eles valem para você a partir do dia em que você os aceitar na entrada. A política de privacidade, na versão 2.2, diz o que acontece com os seus dados.
1. Quem oferece o Plexus
O Plexus é operado no Brasil por Matheus Curi de Oliveira, em Belo Horizonte. Nestes termos, «nós» quer dizer ele, e «você» quer dizer quem usa o Plexus. O Plexus ainda não é uma empresa aberta. O contato é matheus@plexusbrain.com.
2. O que é o Plexus
O Plexus tira da empresa o trabalho que não gera valor. Ele lê o que chega pelas portas que você conecta, organiza decisões, tarefas e contexto, e prepara o que precisa ser feito. Hoje, as portas são o e-mail do Google e o do Outlook. Nenhum e-mail sai da sua caixa sem um toque seu.
3. É uma versão de teste
- O Plexus está aberto a poucas pessoas, por convite, que sabem que é teste.
- A versão de teste não tem custo para você.
- O Plexus pode falhar, ficar fora do ar, mudar ou acabar. Quando der, avisamos antes.
- O Plexus prepara respostas, mas não garante que elas estejam certas. Você confere cada uma antes de aprovar.
4. O que pedimos de você
- Use o Plexus só para o trabalho e só se você tem 14 anos ou mais, que é a idade em que alguém pode começar a trabalhar no Brasil, como aprendiz.
- Conecte só caixas que são suas e que você tem o direito de conectar. Numa caixa de empresa, conecte só com a autorização da empresa.
- Nesta fase, não conecte uma caixa com dados sensíveis de outras pessoas, como saúde, processo judicial ou dados bancários de clientes.
- Confira cada resposta antes de aprovar. O que você aprova sai em seu nome, e você responde por ele.
- Não repasse o seu link de entrada a ninguém.
- Não use o Plexus para nada ilegal, para enviar mensagens em massa que ninguém pediu, ou para enganar alguém.
5. Como o Plexus cuida do que é seu
- Você tem um espaço próprio no Plexus, cifrado, com uma chave só dele, separado do espaço de quem opera.
- Quem opera o Plexus mantém a máquina e, por isso, tem como abrir um espaço em uso. A regra é que ele não abre. Do seu uso, ele vê só números e o estado do serviço, como quantas mensagens foram lidas, quantos cartões abriram e foram respondidos, quantos gestos você fez na tela, quanto custou o dia e o mês, quanto resta do limite do modelo, se houve falha e se as suas caixas estão lendo, e as respostas do cadastro que vão a ele (abaixo). Ao aceitar estes termos, você concorda que quem opera veja esses números do seu uso, que nunca trazem um assunto, um nome ou um trecho. Quem opera lê o conteúdo só se você pedir por escrito, ou por segurança ou ordem da lei.
- Ao aceitar estes termos, você concorda que, num pedido de ajuda que você abrir por escrito, quem ajuda veja o que você mostrar.
- O e-mail do seu pedido de entrada, o nome e o e-mail da conta com que você entra ficam com quem opera, fora do seu espaço. Quando você sai, eles são apagados, o e-mail do pedido logo depois do envio do recibo. No registro dos pedidos fica só um código no lugar do e-mail, que não o devolve. Ele serve para mostrar, se você pedir entrada de novo, que já teve conta. Quem tem a máquina consegue conferir se um e-mail que já conhece é o mesmo desse código.
- O que quem opera faz no painel sobre o seu pedido, o seu convite e o seu espaço (aprovar, recusar ou adiar o pedido, reenviar ou anular o convite, retomar ou desfazer o nascimento do espaço, encerrar a conta e confirmar o apagar, com o motivo que ele escreve ao encerrar) fica registrado só com códigos, nunca com o seu e-mail nem o seu nome, no computador dele e numa cópia travada na Oracle. Esse registro não se apaga.
- A versão de teste existe também para melhorar o Plexus com o que você conta dele. Por isso, as suas respostas às perguntas do cadastro sobre as tarefas que não geram valor e as ferramentas que você usa vão também a quem opera, fora do seu espaço. Responder a elas é parte de participar do teste, e o cadastro só termina com elas. Elas são apagadas quando você sai.
- O Plexus roda numa máquina alugada à Oracle, em São Paulo. Enquanto ela está ligada, a Oracle tem como acessar a memória dela, como em qualquer máquina alugada. A troca por uma máquina que fecha a memória ao provedor está prevista antes de o Plexus abrir a pessoas que não conhecemos.
- Uma cópia de segurança do seu espaço vai todo dia ao GitHub, cifrada com uma chave que o GitHub não tem. Os textos inteiros das mensagens e os anexos não vão nessa cópia.
- O jeito de guardar os espaços vai mudar antes de o Plexus crescer, para um banco comum cifrado com a chave de quem opera. Quando isso valer para a sua conta, estes termos e a política de privacidade mudam antes, e você é avisado.
6. O modelo e o limite
A inteligência artificial que lê com o Plexus é o Claude, criado pela Anthropic, chamado por meio do OpenRouter, que o entrega à própria Anthropic para rodar e, quando ela não atende (por exemplo, quando os créditos acabam), ao Google, na nuvem dele. É paga por quem opera, pelos créditos da Anthropic que vêm com os planos dele e, no Google, pelo saldo dele no OpenRouter. A Anthropic guarda o pedido e a resposta por até 30 dias, e por mais tempo o que o filtro de segurança dela marcar. O Google não guarda nada depois da resposta. Não dá para saber de antemão qual dos dois atende cada pedido. Cada espaço tem uma chave própria no OpenRouter, com um limite de gasto por mês definido pelo Plexus. Quando o limite chega, a leitura pausa e volta sozinha quando o limite renova, na ordem em que as mensagens chegaram. Nada se perde, e quem opera é avisado. A política de privacidade, na seção 5, diz o que vai ao modelo, como o OpenRouter, a Anthropic e o Google tratam isso e por quanto tempo cada um guarda.
7. O Google e a Microsoft
- O Google e a Microsoft ainda não verificaram o Plexus. Por isso, a tela deles mostra um aviso de aplicativo não verificado. Numa conta de empresa, o administrador pode precisar liberar o Plexus.
- O Google e a Microsoft não são parte destes termos. Em nome deles, estes termos afastam toda garantia e toda responsabilidade do Google e da Microsoft sobre o Plexus e sobre o que ele faz ou deixa de fazer. Quem responde pelo Plexus somos nós (seção 9).
- Ao conectar uma caixa, você autoriza o Plexus a ler as mensagens dela para abrir cartões e tarefas, a mandar cada mensagem e a conversa dela ao modelo da seção 6, e a enviar por ela só a resposta que você aprovou. A política de privacidade, nas seções 3.4, 3.5 e 5, diz exatamente o que é lido, guardado e enviado. Na caixa do Outlook, ao conectar, o Plexus guarda também uma amostra dos e-mails que você enviou nos 6 meses antes, com o texto que você escreveu, sem o que vem citado de outras mensagens, e com o assunto e os destinatários de cada um, para aprender o seu jeito de escrever, como diz a política na seção 3.5. Ao conectar, o Plexus guarda também, de toda mensagem, os documentos anexados inteiros, tenha tirado algo dela ou não, como diz a política na seção 3.4. A política diz também, na seção 3.4, o que ainda vai mudar na leitura do que já estava na caixa, e ela muda antes de isso valer para você.
- Na caixa do Outlook, quando uma mensagem sai da sua caixa de vez, o Plexus apaga o original que guardava (o documento anexado sai na limpeza da manhã seguinte), e os trechos tirados dela saem das telas e da busca. As tarefas e as decisões que você tomou a partir dela ficam, e também o que o Plexus aprendeu dela, como nomes, valores e datas. Os trechos ficam no histórico cifrado do seu espaço, sem uso, até a troca para o banco comum ou até você encerrar a conta, como diz a política de privacidade na seção 3.5.
- Pela Microsoft, o Plexus não consegue tirar sozinho a autorização que você deu. Quando você desliga a caixa ou encerra a conta, o Plexus apaga a chave de acesso que guardava, e você remove a autorização na Microsoft. A conta pessoal é em https://account.live.com/consent/Manage e a de trabalho ou de escola é em https://myapps.microsoft.com. Se o administrador da empresa liberou o Plexus para todos, só ele retira essa liberação.
- Se o uso que o Plexus faz dos dados mudar, pedimos a sua autorização de novo antes.
8. Sair
- Você pode desligar uma caixa a qualquer momento, em Conexões. O Plexus deixa de ler e de enviar por ela. Na caixa do Google, o que ele já leu continua no seu espaço até você encerrar a conta, e apagar só o que veio dela, sem encerrar a conta, ainda não é possível. Na caixa do Outlook, o Plexus apaga as mensagens dela que guardava, com a amostra dos seus enviados (os documentos anexados saem na limpeza da manhã seguinte), e os trechos tirados delas saem das telas e da busca. As tarefas e as decisões que você tomou e o que o Plexus aprendeu das mensagens, como nomes, valores e datas, ficam, e os trechos seguem a regra da seção 7.
- Você pode encerrar a sua conta a qualquer momento, em Conexões. Tudo o que é seu é apagado em até 7 dias, menos o código e o registro do painel da seção 5, que não têm o seu e-mail nem o seu nome, os números de uso dos últimos 90 dias e, por 30 dias, o registro de segurança da porta com o seu endereço de internet (a política de privacidade, seções 3.7 e 9), e você recebe por e-mail o recibo do que foi apagado. A cópia de segurança no GitHub é apagada junto. O GitHub ainda pode guardar o que foi apagado por um tempo (até 90 dias para restaurar, e nas cópias de segurança dele), ilegível, porque a chave dele é destruída. Uma cópia do disco feita antes do apagar só se abriria com a senha de reserva ou com o servidor de chaves, que ficam com quem opera, e ele destrói as cópias da reserva junto com o seu espaço.
- Até a chave do seu espaço ser destruída, se algo falhar no meio, quem opera pode devolver o espaço a você com o conteúdo, e você conecta as caixas de novo.
- Uma conta em que você não entra por 12 meses é tratada como abandonada, mesmo que a leitura das suas caixas continue. Avisamos você por e-mail e, sem resposta em 30 dias, encerramos a conta e apagamos pela mesma regra, na hora, sem os 7 dias de espera.
- Nós também podemos encerrar o teste, ou a sua participação nele, com aviso. O apagar segue a mesma regra, na hora, sem os 7 dias de espera.
9. Responsabilidade
O Plexus é uma versão de teste, sem custo, que pode ter falhas. Respondemos pelo que a lei brasileira manda. Nada nestes termos tira de você um direito que a lei garante.
10. Mudanças nestes termos
Quando estes termos mudarem, a versão nova aparece nesta página, com o número e a data. Se a mudança alterar o que vale para você, o Plexus pede o seu aceite de novo antes. Guardamos a versão que você aceitou e a hora do aceite.
11. A lei e o foro
Vale a lei brasileira. Se houver disputa, ela vai ao foro do seu domicílio.
12. Contato
Escreva para matheus@plexusbrain.com.